ARCA DA ALIANÇA & VIDA CRISTÃ

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PARTE II

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O Senhor fez notória a sua salvação; manifestou a sua justiça perante os olhos das nações. Lembrou-se da sua misericórdia e da sua fidelidade para com a casa de Israel; todos os confins da terra viram a salvação do nosso Deus. (Salmo 98. 2-3 AT – Bíblia Sagrada)

Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porquanto Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.

(Ev. João 3. 16-17 NT-Bíblia Sagrada)

Na plenitude dos tempos, vendo Deus que seu povo se desviara do propósito para o qual Ele os chamou, envia seu próprio Filho ao mundo, no intuito de dar testemunho de sua misericórdia, de seu poder e amor.

Jesus testificou ao povo de Israel que lhes era necessário voltar-se para Deus uma vez que os rituais, os jejuns, os sacrifícios eram apenas simbologia dentro da prática devocional daquela aliança, a vontade de Deus era que eles lhe obedecessem, isto é o que era importante.

Da mesma maneira que Deus estabeleceu sua aliança no deserto com aquele povo, Ele agora resolve revelar-se a humanidade por meio de seu filho.

Jesus Cristo é a última manifestação do amor de Deus em relação ao ser humano, sua vida representa os três atos do testemunho divino, assim como na Arca da Aliança (Testemunho) onde haviam três objetos que apontavam para a remissão, socorro e provisão divinas, assim foi o ministério de Jesus. Ele, ensinou, pregou e operou milagres, para que seu caminhar servisse de Testemunho as nações de que Deus lhes estendera sua mão, antes do juízo.

O mesmo testemunho contido na arca da aliança e na vida de Jesus agora deve estar guardado no coração de todo aquele que o recebe, porque todo aquele que o recebe, recebe aquele que lhe enviou, para que seu Testemunho permaneça diante das nações por meio da vida de cada cristão ao redor do mundo. “mas a todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus: aos que creem no seu nome, os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus”. (Ev. João 1. 12-13 NT-Bíblia Sagrada)

Deus propôs uma aliança aos homens, por meio do sacrifício de Jesus: E, tomando um pão, tendo dado graças, o partiu e lhes deu, dizendo: Isto é o meu corpo oferecido por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este é o cálice da nova aliança no meu sangue derramado em favor de vós. (Ev. Lucas 22. 19-20 NT-Bíblia Sagrada)

Assim como no deserto, a vida de Jesus nos mostra a proposta de Deus para esta aliança.

E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra. Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém! (Ev. Mateus 28. 18-20 NT-Bíblia Sagrada)

É importante lembrar que aliança é um ato ou efeito de aliar-se, significa acordo, pacto de cooperação; fusão ou união de coisas diferentes, em uma aliança existem aspectos que dizem respeito as duas partes. Sendo assim Deus nos propõe a salvação de seu juízo vindouro, a possibilidade de nos tornarmos seus filhos, uma nova criatura, onde nós por meio da fé em Jesus seremos seu povo na terra, a Igreja, constituída por Deus cuja qual Jesus é o cabeça, aquele que governa.

A Igreja de Jesus reúne homens e mulheres que foram selados por seu Espirito Santo, isto porque o receberam decidindo ouvir o chamado de Deus não só para a salvação mas para uma vida de obediência e amor onde sua tarefa consiste na mesma dada a Israel, “se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a terra é minha; vós me sereis reino de sacerdotes e nação santa”.

Observe o que o Pedro fala em sua epístola sobre está verdade:

Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; vós, sim, que, antes, não éreis povo, mas, agora, sois povo de Deus, que não tínheis alcançado misericórdia, mas, agora, alcançastes misericórdia. (1Pedro 2. 9-10 NT – Bíblia Sagrada)

Assim como a vida de Jesus foi um Testemunho vivo para as nações, assim deve ser a vida do cristão. Os mesmos elementos que estavam na arca, estavam na vida de Jesus e devem estar na vida do cristão. Podemos dizer que a vida do cristão tem em si o mesmo significado e os mesmos elementos contidos na arca da aliança, uma vez que o Espírito de Deus não está ao nosso redor, ou sobre nós, Ele está em nós. O cristão é o tabernáculo de Deus em nossos dias.

Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?

(1Coríntios 3. 16 NT-Bíblia Sagrada)

Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo. (1Coríntios 6. 19-20 NT-Bíblia Sagrada)

Na vida do cristão devem estar os elementos da arca da aliança, uma vez que seu próprio corpo é o tabernáculo desta dispensação. Mas que elementos são estes:

A Palavra de Deus, o Maná e o Bordão de Arão.

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PARTE I

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Também farão uma arca de madeira de acácia; de dois côvados e meio será o seu comprimento, de um côvado e meio, a largura, e de um côvado e meio, a altura. De ouro puro a cobrirás; por dentro e por fora a cobrirás e farás sobre ela uma bordadura de ouro ao redor. Fundirás para ela quatro argolas de ouro e as porás nos quatro cantos da arca: duas argolas num lado dela e duas argolas noutro lado. Farás também varais de madeira de acácia e os cobrirás de ouro; meterás os varais nas argolas aos lados da arca, para se levar por meio deles a arca. Os varais ficarão nas argolas da arca e não se tirarão dela. E porás na arca o Testemunho, que eu te darei.

Farás também um propiciatório de ouro puro; de dois côvados e meio será o seu comprimento, e a largura, de um côvado e meio. Farás dois querubins de ouro; de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório; um querubim, na extremidade de uma parte, e o outro, na extremidade da outra parte; de uma só peça com o propiciatório fareis os querubins nas duas extremidades dele. Os querubins estenderão as asas por cima, cobrindo com elas o propiciatório; estarão eles de faces voltadas uma para a outra, olhando para o propiciatório. Porás o propiciatório em cima da arca; e dentro dela porás o Testemunho, que eu te darei. Ali, virei a ti e, de cima do propiciatório, do meio dos dois querubins que estão sobre a arca do Testemunho, falarei contigo acerca de tudo o que eu te ordenar para os filhos de Israel.

(Êxodo 25. 10-22 AT-Bíblia Sagrada)

Palavra de Deus diz que os filhos de Israel gemiam sob a servidão e por causa dela clamaram, e o seu clamor subiu a Deus. Ouvindo Deus o seu gemido, lembrou-se da sua aliança com Abraão, com Isaque e com Jacó. E viu Deus os filhos de Israel e atentou para a sua condição. (Êxodo 2. 23-25 AT-Bíblia Sagrada)

Por este motivo Deus chama Moisés a fim de que este o represente diante do povo e de Faraó, o texto bíblico nos informa a maneira gloriosa pela qual Deus tira seu povo do Egito.

Em sua caminhada rumo a libertação, Deus os quia em direção ao deserto, lugar ermo desabitado, solitário, para ali falar com aquele povo, para que eles o pudessem ouvir, a fim de estabelecer com eles uma aliança.

Gostaria de chamar sua atenção para o fato de que a aliança entre Deus e o ser humano ocorre no deserto; no deserto começa a dispensação (período) que serviria de preparo para a manifestação da graça soberana de Deus a toda a humanidade, não importando raça, credo e cor. Foi no deserto!

É importante frisar que a tarefa não era tão simples como alguns pensam, estamos falando de milhares de pessoas, escravos, que agora precisam de organização para conviver não só entre si, mas também com os povos a sua volta, precisam se organizar aja vista uma nação é o conjunto de habitantes de um território que fala a mesma língua, ligados por tradição, religião, interesses e aspirações comuns, subordinados a um poder central que trabalha para manter a unidade do grupo. Imagine organizar uma nação que ainda não possui um território, realmente não era uma tarefa fácil.

Este talvez seja o motivo pelo qual percebemos que ao longo do Antigo Testamento não houve um período de maior manifestação divina em se tratando de milagres, do poder, do sobrenatural divino, do que em sua trajetória pelo deserto.

No deserto, Deus estabelece sua aliança com aquele povo; no deserto Deus volta a habitar em meio a humanidade através de um povo; no deserto a presença real de Deus está em meio aos homens.

Subiu Moisés a Deus, e do monte o Senhor o chamou e lhe disse: Assim falarás à casa de Jacó e anunciarás aos filhos de Israel: Tendes visto o que fiz aos egípcios, como vos levei sobre asas de águia e vos cheguei a mim. Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a terra é minha; vós me sereis reino de sacerdotes e nação santa. São estas as palavras que falarás aos filhos de Israel. Veio Moisés, chamou os anciãos do povo e expôs diante deles todas estas palavras que o Senhor lhe havia ordenado. Então, o povo respondeu a uma: Tudo o que o Senhor falou faremos. E Moisés relatou ao Senhor as palavras do povo. (Êxodo 19. 3-8 AT-Bíblia Sagrada)

A passagem acima retrata um momento extraordinário, maravilhoso e lindo ocorrido no deserto. Deus propõe aos filhos de Israel que eles se tornem sua propriedade peculiar, (especial, privativo, exclusivo, próprio de uma pessoa ou coisa) entre as nações, tornando-se um reino sacerdotal entre os povos, sacerdotes de Deus em meio a humanidade, uma nação separada (santificada) por Deus.

A partir daí Deus começa a guiar seu povo por meio de revelações dadas a Moisés, entregando-lhes mandamentos e leis, princípios de organização humana, civil e militar pelos quais eles deveriam viver gerando assim uma nação organizada.

Entre as ordens do Senhor está a construção de um tabernáculo dividido em três partes, o Átrio, o Santo Lugar e o Santo dos Santos. Um lugar onde o Senhor residiria em meio ao povo, lugar de encontro do povo com Deus, de adoração, onde o povo poderia focalizar o testemunho divino em seu meio, lugar de comunhão, por isto deveria ser construído com ofertas dadas pelos filhos de Israel, ofertas vindas de todo o homem em cujo qual o coração se movesse voluntariamente segundo a ordem do Senhor.

O primeiro objeto a ser descrito por Deus foi a arca da aliança, certamente o objeto mais importante e sagrado, pois ela dava testemunho de que Deus estava em meio ao povo; da aliança feita no deserto; representava a própria presença de Deus entre o povo; por sobre a arca Deus falava com Moisés. Esta peça ficava no Santo dos Santos e estava dividida em duas partes, a Arca ou baú e o Propiciatório com seus querubins que ficavam sobre ela.

A arca do Senhor, ou arca da aliança, era o receptáculo do Testemunho de Deus e da promessa de sua presença, tinha por objetivo lembrar ao povo que eles precisavam guardar, seguir os mandamentos recebidos por meio da aliança e trazia dentro de si três objetos que davam testemunho dos atos da redenção divina em relação ao povo.

Mesmo tendo em seu meio tamanho testemunho de santidade e poder, o povo de Israel, escolhido e separado por Deus, não cumpriu sua tarefa, sua parte na aliança era a de ser propriedade exclusiva de Deus, sacerdócio real em relação as demais nações para que o Senhor pudesse se manifestar a todos. Ao invés disso adulteraram, relacionando-se com outros deuses, fizeram da lei um instrumento de injustiça, abandonaram seu semelhante, murmuraram de seu Deus.

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PARTE III

image60VA Arca da Aliança simbolizava a presença de Deus, os elementos que nela estavam contidos tinham um significado próprio.

– Os dez mandamentos: a base da aliança revelando as condições que permitiam ao povo relacionar-se com Deus.

– O Maná: revelava a condição de prover diariamente aquilo que sustentaria o ser humano em sua estrutura física, “o que é isto” é a provisão diária dada por Deus.

– O Bordão de Arão: o bordão nos fala da condição, posição concedida por Deus ao povo; agora na qualidade de sacerdotes deveriam não só levar sua Palavra, mas representar em sua presença todos os povos da terra.

Existe uma verdade pouco observada nos evangelhos, somente quando olhamos suas entrelinhas podemos percebê-la.

Manifestei o teu nome aos homens que me deste do mundo. Eram teus, tu mos confiaste, e eles têm guardado a tua palavra. Agora, eles reconhecem que todas as coisas que me tens dado provêm de ti; porque eu lhes tenho transmitido as palavras que me deste, e eles as receberam, e verdadeiramente conheceram que saí de ti, e creram que tu me enviaste. (Ev. João 17. 6-8 Bíblia Sagrada)

No monte Horebe Deus deu a Moisés um conjunto de Palavras, termos que deveriam reger a aliança estabelecida ali. Vemos nesta passagem que ao orar pelos discípulos Jesus diz ao Pai que tornou manifesto o seu nome por meio da Palavra, o verso sete salienta tal verdade.

Jesus como portador da Palavra que deveria ser entregue (revelada) a humanidade.

E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai. (Ev. João 1. 14 Bíblia Sagrada)

Normalmente nos detemos na obra da cruz, falamos e pregamos sobre a cruz, sobre a morte vicária e expiatória de Jesus, sem perceber que a mensagem da Palavra precede este grande evento. Na verdade, a cruz segue a tarefa dada pelo Pai a Jesus, que como homem deveria revelar, entregar a humanidade, começando pelos Judeus sua mensagem, sua Palavra.

Cumprir tal tarefa significaria dar a própria vida, condição para que o ser humano pudesse novamente se relacionar com Deus, requisito para que a Palavra pudesse habitar no homem. Dar a vida foi um ato soberano de amor, e a sua vida (de Jesus) pode Salvar a humanidade.

Aceitar Cristo é muito mais do que apenas crer em sua obra, ou entender que Ele se entregou por nós, aceitar Jesus significa receber, acolher, praticar, guardar, viver por meio de sua Palavra.

Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade. (Ev. João 17. 17 Bíblia Sagrada)

Em Cristo, somos santificados pela Palavra que habita, que reside naqueles que nasceram de novo.

A Palavra está em você, ela é o alicerce de uma vida espiritual, ela é a estrutura que mantêm a Igreja.

Infelizmente muitos crentes desconhecem esta verdade e por isto sofrem as agruras da vida.

A resposta está na Palavra e a Palavra está em você, pense…

A Palavra nos regenera:

…pois fostes regenerados não de semente corruptível, mas de incorruptível, mediante a palavra de Deus, a qual vive e é permanente”.(1Pedro 1. 23 Bíblia Sagrada)

A Palavra é a espada com a qual devemos lutar:

Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus;…(Efésios 6. 17 Bíblia Sagrada)

A Palavra é padrão de medida, pois corta, penetra e discerne aquilo que para nós é impossível:

Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração. (Hebreus 4. 12 Bíblia Sagrada)

A Palavra é água para nos purificar:

Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado;… (Ev. João 15. 3 Bíblia Sagrada)

A Palavra nos educa e prepara para boas obras:

Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra….(2Timóteo 3. 16-17 Bíblia Sagrada)

A Palavra é fogo, é martelo para quebrar, destruir toda e qualquer barreira:

Não é a minha palavra fogo, diz o Senhor, e martelo que esmiúça a penha? (Jeremias 23. 29 Bíblia Sagrada)

A Palavra é luz:

Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus caminhos.(Salmo 119. 105 Bíblia Sagrada)

A Palavra cura:

Enviou-lhes a sua palavra, e os sarou, e os livrou do que lhes era mortal.(Salmo 107. 20 Bíblia Sagrada)

A Palavra é alimento:

Jesus, porém, respondeu: Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus.(Ev. Mateus 4. 4 Bíblia Sagrada)

A Palavra de Deus sempre prospera segundo a vontade de Deus para aquilo que foi liberada:

…assim será a palavra que sair da minha boca: não voltará para mim vazia, mas fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a designei”. (Isaías 55. 11 Bíblia Sagrada)

Independente da situação que você esteja vivendo lembre-se:

A Palavra está em você!

Querido Leitor.

A Palavra está a sua disposição, aceite a Jesus Cristo como Senhor e Salvador de tua vida e desfrute do poder da sua Palavra.