O QUE ESCUTAMOS, NOS TRANSFORMA

This entry is part of 1 in the series Seminaristas

SEMINARISTAS

images (5)

Lendo o Evangelho segundo Mateus notei que enquanto o Mestre ensinava, seus discípulos distraídos com problemas cotidianos ouviram-no, porém não compreenderem a profundidade de suas Palavras. Caro amigo leitor, tu escuta o que Jesus nos ensina, ou apenas o ouve como alguém que ouve uma história e nada aprende?

Em uma conversa entre Jesus e seus discípulos referindo-se a falsas doutrinas. O Mestre ensinava: “Estejam atentos e tenham cuidado com o fermento dos fariseus e dos saduceus”. (Ev. Mateus 16, 6 Bíblia Sagrada)

Normalmente converso com pessoas que estão vivendo conforme o mundo. Elas me contam sobre suas ideologias; filosofias de vida que lhes norteiam o viver, levando-as a terem plena convicção de estarem no rumo certo, mesmo seguindo um estilo de vida que, de longe lembra o caminho a ser seguido por um cristão.

E como são convincentes as palavras do inimigo…

Por isso quem vive segundo o mundo, não está disposto a seguir o caminho que leva para Jesus Cristo, isto porque precisariam mudar alguns de seus maus hábitos que estão cravados em suas rotinas. Porém, o que mais assusta é quando cristãos em plena comunhão com Jesus, dão ouvido a profecias de desviados; preferem seguir o que a sociedade impõem como politicamente correto.

Francamente!

Com certeza desconhecem a Palavra de Deus, pois seus ensinamentos não nos deixam dúvida. Tudo bem que, alguém que não tem acesso à Bíblia se deixe levar por charlatões, vigaristas e enganadores, é compreensível, pois esses não tem conhecimento algum sobre onde buscarem respostas para suas dúvidas, mas um cristão! Que semanalmente vai à Igreja, não ter o bom hábito de ler os ensinamentos de Deus…

Ouvindo uma música dia destes, (de uma banda já extinta dos anos 90) percebi como ela era bem sugestiva. Refleti muito sobre o que a letra desta música falava aos ouvintes. Pensei:

– “Quantos se perderam e ainda estão perdidos por músicas como esta”?

“Quantos erros cometi por seguir sugestões contidas em músicas, livros, filmes ou conversas com amigos”?

Daí a grande importância de lermos bons livros, ouvirmos boas músicas, olharmos bons filmes, termos conversas saudáveis com nossos familiares, amigos e amigas. Porém antes de encucarmos qualquer ideia transmitida, seja ela por qualquer fonte, temos o dever de passá-la pelo crivo bíblico.

Conversarmos com aqueles que amamos de forma harmônica, sobre assuntos que os levam ao estado de espírito confortável, que nos tornem próximos destes e, nos mantenham longe de companhias erradas.

Do contrário, se tivemos opiniões divergentes a dos que convivem conosco e as impormos, teremos muita chance de acabar nos afastando de quem nos ama, e seguindo opiniões erradas, que nos levarão ainda mais ao afastamento do convívio da família, de amigos, apenas para evitarmos aquele estado de conflito diário que nos aborrece.

Esse é o princípio do erro, da queda.

Não raramente vemos em conflitos familiares a causa de muitas vidas perdidas no mundo, de uma vivência frustrada, sem sonhos, nem projetos saudáveis, a causa de traições e separações. Cuidado meus amigos! Cuidado com o que escutam nos corredores desta vida.

Por isto Jesus alertou sobre o fermento dos fariseus o que não foi compreendido por eles até que o próprio Jesus lhes esclarece.

Como não compreendeis que não vos falei a respeito de pães? E sim: acautelai-vos do fermento dos fariseus e dos saduceus. Então, entenderam que não lhes dissera que se acautelassem do fermento de pães, mas da doutrina dos fariseus e dos saduceus. (Ev. Mateus 16, 11-12 Bíblia Sagrada)

A maioria das pessoas não percebe, mas toda mudança cultural ao longo do tempo se transforma em doutrina (conjunto de princípios) que as guia em seu modo de viver.

Entretanto a bíblia sagrada nos apresenta princípios instituídos por Deus, para vivermos bem, para nos relacionarmos em sociedade, com autoridades, com a família, mas principalmente para nos relacionarmos com Ele, Deus!

Por este motivo o que escutamos pode transformar nossas vidas.

Você tem ouvido… Mas, o que tem escutado?

Nem todos obedecem ao evangelho; pois Isaías diz: Senhor, quem creu na nossa pregação? De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela Palavra de Deus. Mas digo: Porventura, não ouviram? (Romanos 10. 16-18 Bíblia Sagrada)

A fé surge pelo ouvir, mas não é o ouvir qualquer coisa, ainda que escutar qualquer coisa pode gerar fé (crença) no que se escutou; é o ouvir da Palavra de Deus. Você tem ouvido, “escutado”, a Palavra de Deus, ou tem ouvido coisa qualquer, ou, alguma coisa que se parece com a Palavra. Cuidado! A serpente se utilizou da voz de Deus para enganar Eva.

Muitos ouvem a Palavra de Deus mas não escutam, não obedecem…

Em seu caminho o salmista Asafe correu grande risco por ter escutado a voz do mundo, tal voz chamou sua atenção para a vida do ímpio e diante do que viu, sentiu, escutou ele declara.

Todavia, estou de contínuo contigo; tu me seguraste pela mão direita. Guiar-me-ás com o teu conselho e, depois, me receberás em glória. A quem tenho eu no céu senão a ti? E na terra não há quem eu deseje além de ti. A minha carne e o meu coração desfalecem; mas Deus é a fortaleza do meu coração e a minha porção para sempre.(Salmo 73, 23-26 Bíblia Sagrada)

Em sua Palavra o Senhor Jesus tem o conselho certo para tua vida, permita que Ele transforme o mundo a sua volta, ouça a voz do Senhor.

Jesus dizia, pois, aos judeus que criam nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, (ensinamento) verdadeiramente, sereis meus discípulos e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. (João 8. 31-32 Bíblia Sagrada)

Creia nEle, e o mais, tudo Ele fará…

Tomaz Henrique

Seminário Teológico/Gilgal – IBCB-SL

 

ARCA DA ALIANÇA & VIDA CRISTÃ

This entry is part 1 of 5 in the series Estudo da Palavra

PARTE II

image60V

O Senhor fez notória a sua salvação; manifestou a sua justiça perante os olhos das nações. Lembrou-se da sua misericórdia e da sua fidelidade para com a casa de Israel; todos os confins da terra viram a salvação do nosso Deus. (Salmo 98. 2-3 AT – Bíblia Sagrada)

Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porquanto Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.

(Ev. João 3. 16-17 NT-Bíblia Sagrada)

Na plenitude dos tempos, vendo Deus que seu povo se desviara do propósito para o qual Ele os chamou, envia seu próprio Filho ao mundo, no intuito de dar testemunho de sua misericórdia, de seu poder e amor.

Jesus testificou ao povo de Israel que lhes era necessário voltar-se para Deus uma vez que os rituais, os jejuns, os sacrifícios eram apenas simbologia dentro da prática devocional daquela aliança, a vontade de Deus era que eles lhe obedecessem, isto é o que era importante.

Da mesma maneira que Deus estabeleceu sua aliança no deserto com aquele povo, Ele agora resolve revelar-se a humanidade por meio de seu filho.

Jesus Cristo é a última manifestação do amor de Deus em relação ao ser humano, sua vida representa os três atos do testemunho divino, assim como na Arca da Aliança (Testemunho) onde haviam três objetos que apontavam para a remissão, socorro e provisão divinas, assim foi o ministério de Jesus. Ele, ensinou, pregou e operou milagres, para que seu caminhar servisse de Testemunho as nações de que Deus lhes estendera sua mão, antes do juízo.

O mesmo testemunho contido na arca da aliança e na vida de Jesus agora deve estar guardado no coração de todo aquele que o recebe, porque todo aquele que o recebe, recebe aquele que lhe enviou, para que seu Testemunho permaneça diante das nações por meio da vida de cada cristão ao redor do mundo. “mas a todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus: aos que creem no seu nome, os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus”. (Ev. João 1. 12-13 NT-Bíblia Sagrada)

Deus propôs uma aliança aos homens, por meio do sacrifício de Jesus: E, tomando um pão, tendo dado graças, o partiu e lhes deu, dizendo: Isto é o meu corpo oferecido por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este é o cálice da nova aliança no meu sangue derramado em favor de vós. (Ev. Lucas 22. 19-20 NT-Bíblia Sagrada)

Assim como no deserto, a vida de Jesus nos mostra a proposta de Deus para esta aliança.

E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra. Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém! (Ev. Mateus 28. 18-20 NT-Bíblia Sagrada)

É importante lembrar que aliança é um ato ou efeito de aliar-se, significa acordo, pacto de cooperação; fusão ou união de coisas diferentes, em uma aliança existem aspectos que dizem respeito as duas partes. Sendo assim Deus nos propõe a salvação de seu juízo vindouro, a possibilidade de nos tornarmos seus filhos, uma nova criatura, onde nós por meio da fé em Jesus seremos seu povo na terra, a Igreja, constituída por Deus cuja qual Jesus é o cabeça, aquele que governa.

A Igreja de Jesus reúne homens e mulheres que foram selados por seu Espirito Santo, isto porque o receberam decidindo ouvir o chamado de Deus não só para a salvação mas para uma vida de obediência e amor onde sua tarefa consiste na mesma dada a Israel, “se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a terra é minha; vós me sereis reino de sacerdotes e nação santa”.

Observe o que o Pedro fala em sua epístola sobre está verdade:

Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; vós, sim, que, antes, não éreis povo, mas, agora, sois povo de Deus, que não tínheis alcançado misericórdia, mas, agora, alcançastes misericórdia. (1Pedro 2. 9-10 NT – Bíblia Sagrada)

Assim como a vida de Jesus foi um Testemunho vivo para as nações, assim deve ser a vida do cristão. Os mesmos elementos que estavam na arca, estavam na vida de Jesus e devem estar na vida do cristão. Podemos dizer que a vida do cristão tem em si o mesmo significado e os mesmos elementos contidos na arca da aliança, uma vez que o Espírito de Deus não está ao nosso redor, ou sobre nós, Ele está em nós. O cristão é o tabernáculo de Deus em nossos dias.

Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?

(1Coríntios 3. 16 NT-Bíblia Sagrada)

Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo. (1Coríntios 6. 19-20 NT-Bíblia Sagrada)

Na vida do cristão devem estar os elementos da arca da aliança, uma vez que seu próprio corpo é o tabernáculo desta dispensação. Mas que elementos são estes:

A Palavra de Deus, o Maná e o Bordão de Arão.

ARCA DA ALIANÇA & VIDA CRISTÃ

This entry is part 2 of 5 in the series Estudo da Palavra

PARTE I

image60V

Também farão uma arca de madeira de acácia; de dois côvados e meio será o seu comprimento, de um côvado e meio, a largura, e de um côvado e meio, a altura. De ouro puro a cobrirás; por dentro e por fora a cobrirás e farás sobre ela uma bordadura de ouro ao redor. Fundirás para ela quatro argolas de ouro e as porás nos quatro cantos da arca: duas argolas num lado dela e duas argolas noutro lado. Farás também varais de madeira de acácia e os cobrirás de ouro; meterás os varais nas argolas aos lados da arca, para se levar por meio deles a arca. Os varais ficarão nas argolas da arca e não se tirarão dela. E porás na arca o Testemunho, que eu te darei.

Farás também um propiciatório de ouro puro; de dois côvados e meio será o seu comprimento, e a largura, de um côvado e meio. Farás dois querubins de ouro; de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório; um querubim, na extremidade de uma parte, e o outro, na extremidade da outra parte; de uma só peça com o propiciatório fareis os querubins nas duas extremidades dele. Os querubins estenderão as asas por cima, cobrindo com elas o propiciatório; estarão eles de faces voltadas uma para a outra, olhando para o propiciatório. Porás o propiciatório em cima da arca; e dentro dela porás o Testemunho, que eu te darei. Ali, virei a ti e, de cima do propiciatório, do meio dos dois querubins que estão sobre a arca do Testemunho, falarei contigo acerca de tudo o que eu te ordenar para os filhos de Israel.

(Êxodo 25. 10-22 AT-Bíblia Sagrada)

Palavra de Deus diz que os filhos de Israel gemiam sob a servidão e por causa dela clamaram, e o seu clamor subiu a Deus. Ouvindo Deus o seu gemido, lembrou-se da sua aliança com Abraão, com Isaque e com Jacó. E viu Deus os filhos de Israel e atentou para a sua condição. (Êxodo 2. 23-25 AT-Bíblia Sagrada)

Por este motivo Deus chama Moisés a fim de que este o represente diante do povo e de Faraó, o texto bíblico nos informa a maneira gloriosa pela qual Deus tira seu povo do Egito.

Em sua caminhada rumo a libertação, Deus os quia em direção ao deserto, lugar ermo desabitado, solitário, para ali falar com aquele povo, para que eles o pudessem ouvir, a fim de estabelecer com eles uma aliança.

Gostaria de chamar sua atenção para o fato de que a aliança entre Deus e o ser humano ocorre no deserto; no deserto começa a dispensação (período) que serviria de preparo para a manifestação da graça soberana de Deus a toda a humanidade, não importando raça, credo e cor. Foi no deserto!

É importante frisar que a tarefa não era tão simples como alguns pensam, estamos falando de milhares de pessoas, escravos, que agora precisam de organização para conviver não só entre si, mas também com os povos a sua volta, precisam se organizar aja vista uma nação é o conjunto de habitantes de um território que fala a mesma língua, ligados por tradição, religião, interesses e aspirações comuns, subordinados a um poder central que trabalha para manter a unidade do grupo. Imagine organizar uma nação que ainda não possui um território, realmente não era uma tarefa fácil.

Este talvez seja o motivo pelo qual percebemos que ao longo do Antigo Testamento não houve um período de maior manifestação divina em se tratando de milagres, do poder, do sobrenatural divino, do que em sua trajetória pelo deserto.

No deserto, Deus estabelece sua aliança com aquele povo; no deserto Deus volta a habitar em meio a humanidade através de um povo; no deserto a presença real de Deus está em meio aos homens.

Subiu Moisés a Deus, e do monte o Senhor o chamou e lhe disse: Assim falarás à casa de Jacó e anunciarás aos filhos de Israel: Tendes visto o que fiz aos egípcios, como vos levei sobre asas de águia e vos cheguei a mim. Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque toda a terra é minha; vós me sereis reino de sacerdotes e nação santa. São estas as palavras que falarás aos filhos de Israel. Veio Moisés, chamou os anciãos do povo e expôs diante deles todas estas palavras que o Senhor lhe havia ordenado. Então, o povo respondeu a uma: Tudo o que o Senhor falou faremos. E Moisés relatou ao Senhor as palavras do povo. (Êxodo 19. 3-8 AT-Bíblia Sagrada)

A passagem acima retrata um momento extraordinário, maravilhoso e lindo ocorrido no deserto. Deus propõe aos filhos de Israel que eles se tornem sua propriedade peculiar, (especial, privativo, exclusivo, próprio de uma pessoa ou coisa) entre as nações, tornando-se um reino sacerdotal entre os povos, sacerdotes de Deus em meio a humanidade, uma nação separada (santificada) por Deus.

A partir daí Deus começa a guiar seu povo por meio de revelações dadas a Moisés, entregando-lhes mandamentos e leis, princípios de organização humana, civil e militar pelos quais eles deveriam viver gerando assim uma nação organizada.

Entre as ordens do Senhor está a construção de um tabernáculo dividido em três partes, o Átrio, o Santo Lugar e o Santo dos Santos. Um lugar onde o Senhor residiria em meio ao povo, lugar de encontro do povo com Deus, de adoração, onde o povo poderia focalizar o testemunho divino em seu meio, lugar de comunhão, por isto deveria ser construído com ofertas dadas pelos filhos de Israel, ofertas vindas de todo o homem em cujo qual o coração se movesse voluntariamente segundo a ordem do Senhor.

O primeiro objeto a ser descrito por Deus foi a arca da aliança, certamente o objeto mais importante e sagrado, pois ela dava testemunho de que Deus estava em meio ao povo; da aliança feita no deserto; representava a própria presença de Deus entre o povo; por sobre a arca Deus falava com Moisés. Esta peça ficava no Santo dos Santos e estava dividida em duas partes, a Arca ou baú e o Propiciatório com seus querubins que ficavam sobre ela.

A arca do Senhor, ou arca da aliança, era o receptáculo do Testemunho de Deus e da promessa de sua presença, tinha por objetivo lembrar ao povo que eles precisavam guardar, seguir os mandamentos recebidos por meio da aliança e trazia dentro de si três objetos que davam testemunho dos atos da redenção divina em relação ao povo.

Mesmo tendo em seu meio tamanho testemunho de santidade e poder, o povo de Israel, escolhido e separado por Deus, não cumpriu sua tarefa, sua parte na aliança era a de ser propriedade exclusiva de Deus, sacerdócio real em relação as demais nações para que o Senhor pudesse se manifestar a todos. Ao invés disso adulteraram, relacionando-se com outros deuses, fizeram da lei um instrumento de injustiça, abandonaram seu semelhante, murmuraram de seu Deus.